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Archive for janeiro \31\UTC 2008

Por Moara Brasil

Carnaval chegando, e bem mais cedo que antes. Eu tenho medo de carnaval, sim…MEDO. De multidões embriagadas com apenas um único objetivo: ficar na lama!
Eu tenho medo de carnavais que tenham trios elétricos tocando músicas do tipo “dança da manivela” ou regionais paraenses “quem vai querer a minha periquita, minha periquita, minha periquita”, e de olhar para homens vestidos de mulher, coisas mais engraçadas e “não-pegáveis”, de levar um susto e pensar “até ele é!”, nossa!Que medo! De acordar 8hs da manhã numa delegacia, dormindo num banco muito sujo e babando ao lado de outro bêbado. Ou de ficar na vala, caída e embriagada, calcinha “escancarada” cantando “me sâalvee shiss não to com naada” e toda vomitada.

Gente. Gente.Gente. Mulheres destemidas, “malacos” soltos pelas esquinas, homens açoitados. Cheiro de álcool no ar, felicidades dando pulos atrás do trio. Ahh!Porra!Quero beber até morrer!Porra!Foda-se o trabalho!Foda-se a rotina!Foda-se a paranóia!Foda-se a neurose!Fodam-se os medos!

Mas o que fazer?Carnaval deixa a pele mais linda, pelo menos no olhar do bêbado. Estou sem sair a um mês de casa, quase pra virar virgem santa Moara, e com muita saudades das amigas. E como eu queria, estar ao lado de todas, beber terrivelmente todas as minhas doidices e idéias que não param de aparecer, estou ficando doida de vez.

Carnaval é bom sim, porque precisamos, é muita cagada nesta vida, é muita tristeza neste país, são muitas frustrações acumuladas.E é claro, beberei neste Carnaval sem dó, e não será a minha primeira vez.

Fiquem com a “grande” opinião de Arnold Schwarzenegger sobre o Carnaval do Rio de Janeiro, mas especificamente, sobre a bunda da mulher brasileira, divirtam-se…uiee(vergonha):

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Convidado da Moara:
John Bogéa, publicitário e integrante da banda de hardcore de Belém “Rennegados”. Quer ver o vídeo dos Rennegados?É só ir clicar no vodpod do lado esquerdo.

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Yasmin Brunet posa nua para Terry Richardson na revista francesa Purple Fashion Magazine.

Por Carol Barata

Educação vem de berço. Tudo bem, isso a gente já sabe. Mas e aí, a opção, vem da onde? Podem os pais, a sociedade, a novela das oito e os games serem todos culpados pelo que dá errado na educação, ou na falta da mesma, de um ser? Não. Não mesmo.

E aí vem a igreja católica, o bispo da Igreja da Santíssima Virgem Que Nunca Sentiu Tesão, os democratas, os republicanos, os maniqueístas todos apontarem causas e conseqüências para explicar, simplesmente explicar – só porque esses precisam de respostas para que não afundem em suas próprias dúvidas e incertezas – que filhos repetem a conduta de seus pais. Ah, que prato cheio seria cada um desses seres sufocados por suas amarras para Freud.

Não, meus queridos. Não somos macacos de zoológico para repetir o que é feito do lado oposto. Nós deixamos mensagens em grutas, contamos nossas histórias escrevendo em pedra e não porque nos ensinaram. Foi instinto. O instinto de sobrevivência, da perpetuação. Pais devem amar os filhos, educa-los, cria-los da melhor maneira possível, mas não porque isso é certo e sim, porque assim o sentem.

E se toda essa tarefa der “errado”? Se é porque eu vi meu pai fumar toda a minha vida, talvez seja esse o motivo d’eu nunca ter visto o cigarro como algo condenável e ter tornado-me fumante. E se hoje eu o vejo doente por causa disso, vou imediatamente parar de fumar e condena-lo por ter fumado a vida toda na minha presença? Não posso. Eu escolhi fumar.

Quando criança, fiz balé clássico e piano. Claro que nada disso foi opção minha. Eu nem sabia que tinha opção entre não praticar aquelas atividades ou ficar em casa vendo desenho animado na tv. Assim que soube, decidi parar. “Ah, mãe, não quero mais”. E simplesmente assim acabou o brilhante futuro de uma pianista – bailarina clássica.

Hoje não toco nem dó-ré-mi. Mas ficou o gosto pela boa música, ficou a apreciação pela arte, pela dança. Ou seja, o que aparentemente deu “errado” – as mensalidades do balé, as idas e vindas à aula de piano naquele casarão antigo, as apresentações, os concertos, os livros de exercício de partitura, as sapatilhas e os quilos de grampo para fazer um coque – a meu ver, deu certo. Eu tenho um feeling maravilhoso para música e amo mais ainda as que me permitem dançar livremente.

Vendo uma dessas revistas de fofoca-de-revisteiro-de-salão-de-beleza vi uma matéria sobre a polêmica foto da Melanie Griff fumando um cigarro com sua filha de 18 anos, que acabou de sair de uma clínica de reabilitação. Tinha que ser coisa de norte-americano mesmo.

Enquanto isso, dos lados de cá da América do Sul, a filha da Luiza Brunet , de 16 aninhos, faz um ensaio artístico (?) para uma edição francesa com os peitinhos e “países baixos” à mostra e não pára por aí. Quando questionada sobre a nudez de sua filha, a única madrinha de bateria de escola de samba que não sabe sambar, Luiza Brunet, diz que ela é modelo e que na idade dela sua genitália também já estava dando o ar de sua graça por aí.

Quer dizer, raciocina comigo se for possível: fumar não pode. Posar pelada pode. Fumar é condenável. Posar pelada é compreensível. Quem está agindo errado na criação? A que expõe sua filha ao fumo ou a que expõe sua filha ninfeta à mídia? Nenhuma delas, porra.

Duvido que a Brunetzinha tenha posado só porque a mãe o fez. Ta, tudo bem. Talvez o gosto por pouca roupa esteja no sangue. Da mesma forma, devemos parar para refletir um pouco sobre o que é realmente condenável. Melanie Griff paga as inúmeras incursões que sua filha faz, desde os 16 anos, em clínicas de desintoxicação. De repente, ela é uma péssima mãe porque fuma um cigarro com a filha. Tem algo que não sentido aí para mim.

Como não sou famosa, nem filho de pop star, minha história é diferente. Se eu tivesse repetido a ferro e fogo o que vi em meus pais, só para começar, nem escolheria ser publicitária, porque desde pequena eu sei que comunicação não dá dinheiro. Cresci vendo meu pai trabalhar que nem um cavalo como jornalista.

Eu teria me casado e tido filhos somente após o sagrado matrimônio. No entanto eis eu aqui, um mero ser que facilmente se entrega aos prazeres terrenos e que sempre gostou de comer o lanche antes da hora do recreio: aos 25 anos de idade com um primogênito de quatro anos.

Não fui capaz de repetir meus pais nos acertos, mas também não vou repeti-los nos erros. Pais são seres que se afogam em culpa em cada choro. “Onde foi que erramos?”, eles todos se questionam. Pais não erram. Eles simplesmente “são”, sabe? Eles podem tentar driblar suas personalidades para assim parecerem mais certos, mais exatos, mais seguros, mais auto-suficientes, mas simplesmente pais são… são humanos. Com seus erros inúmeros, com seu amor exagerado, com suas ausências e que um dia, inclusive, já foram filhos e cometeram também seus erros, suas renúncias ao que lhes foi imposto e assim por diante.

O amor é e sempre será regra quando a intenção é fazer dar certo. Tenho certeza que houve muitos erros cometidos por causa de muito amor. As únicas falhas que não tem perdão são aquelas que nos fazem cair no chão sem ter ninguém, mas ninguém mesmo, para te dar a mão e te ajudar a levar para cima. E isso, por experiência própria posso afirmar, que bons pais – aqueles que são bons mesmos: de caráter, de coração, de alma – não conseguem deixar de estender a mão a um filho.

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Por Moara Brasil

Vejam que leveza dos movimentos, vejam que fotografia!Vejam os preços dançando ao som da música clássica. Numa das minhas pesquisas no google sobre propagandas de varejo, deparei-me com esta obra prima. É pra derreter qualquer publicitário que trabalha com varejo, aguenta querido!
Atençao publicitários, não façam isso em casa!Matrix não é pra qualquer um!

Depois dessa propaganda sueca, pedi para sair…me diz..por que as propagandas de varejo no Brasil são tão apáticas ou gritantes?

O esforço publicitário parece não ter adiantado muito diante dos anunciantes regionais e nacionais, aqui mesmo em Belém, a concorrência é braba. Um ou outro se destacam com alguma criatividade.Diga-se, de passagem, que no total caiu na mesmice. Mas ouvi alguem falar por aqui que até fazemos melhor que muitas outras agências

Mas será que é culpa do anunciante?Ou será que é a falta de amor dos publicitários nas propagandas de varejo,ou falta de vontade de fazer algo diferenciado? Medo de arriscar em algo que pode não dar certo?

E a ousadia?Tão defendida por Rafael Sampaio (Propaganda de A a Z) parece caminhar pros esgotos. Publicitário ficou com medo de ousar e enfrentar o anunciante. Medo de perder o cliente?
Enfim, entendo os medos que rondam no nosso meio, afinal, não é qualquer um que tem uma boa conta de um anunciante todos os dias na mesa. Acabamos sendo prostitutos na publicidade, é isso aí!

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Mulher Robô tem até dentista! Ela diz “tá doeeendo” se o estudante não souber mexer direito na arcada dentária da moça robô, exposição na feira japonesa de Tóquio.

Por Sofia Brunetta

Contava sete anos quando assistia a filmes de ficção científica com meu pai: “ Em 1997 as máquinas dominarão o planeta”- ouvia, assustada. De lá pra cá, nada de robôs lavando a louça enquanto planejam dominar o mundo.

Mas o futuro, este danado, realmente chegou rápido demais. Não falo sobre as carnes ficando mais moles a medida que as velinhas no bolo aumentam. A tal revolução se instalou no dia a dia, Prateleiras repletas de cores e formatos diferenciados. As embalagens anunciam conforto, segurança, abas finas, médias, que falam, que pulam.O fluxo é sempre uma gotinha invadindo uma superfície perfumada com fluxogel e ativos de aloe vera ( dizem as más línguas que o nome verdadeiro é Babosa (!). Na dúvida, escolha o que parecer mais simples de manusear. Escovar os dentes é outra viagem insólita. Posso ver Steven Spielberg falando sobre seu próximo comercial de creme dental:Cientistas malucos de sorriso perfeito. Branco neon, como os das mocinhas da novela da globo, escovas girando enquanto camadas de flúor invadem o organismo alheio.Sabonetes com agentes antioxidantes, shampoos que refletem camadas de substâncias que desconfio que só estejam nas tabelas periódicas mais descoladas.Domésticas detectando substâncias contidas nas caixas de sabão em pó, poderosas armas que com seus íons polomicobacteriológicos-nolina, produzem um branco mais branco que seus aventais de laboratório.

Numa perspectiva breve e sem parágrafos: O Ano é 2000000000000…as máquinas não dominaram o mundo, mas a Applesss lançou a V.O.V.O, um robô que usa roupinhas retrô e cozinha trinta receitas de bolinhos de chuva com café preto.Existem relatos de três crianças que encontraram um punhal escondido na cabeça do robô.A última sobrevivente não pode dar entrevista pois passava pela segunda cirurgia para remoção de uma boneca Poli XX3 da garganta. Para aliviar a polêmica, a Mortel incluiu dicas para a mastigação adequada em caso de acidentes. No caderno de domingo, o Pastor Thammy Gretchem fala de sua biografia não autorizada -“Um homem de Deus”- e nega seu romance com Ghisswszyelly (sujeito a revisão posterior), a cabrita que ficou famosa após vencer o Big Brother de 200017.A entrevista oficial do pastor será no programa da Hebe, que na próxima semana (sujeito a alterações na grade) receberá também Jacquie e Jeanine, os hair stilist paleontólogos com ênfase em ufologia, que demonstrarão os avanços da conservação da célula que está fazendo a cabeça de famosos como Gretchem (a primeira cobaia humana).

O grupo Polegares, dos netos de Eliana e Rafael Ilha alcançou novo recorde de acessos pelo Mp25 de seu último sucesso, ”Ela não manda um scrap pra mim”, liderando as paradas por cinco minutos seguidos! O Brasil renegocia a compra de água potável enlatada. Apesar da impossibilidade de tradução simultânea de seu discurso, o presidente estava otimista e divulgou que aprendeu a escrever o nome de mais três países:”Os três começa com B, então é mais fácil!” salientou em sua coletiva oficial. A China tem demonstrado interesse na negociação.Um revival de Chaves foi encomendado pelo Sbt e passará a ser exibido 12h por dia, com mais 12 horas de reprise. Sasha nega sua homossexualidade e reitera seu apoio ao P.I.C.A e ao E.I.T.A ,os últimos grupos de heterossexuais radicalistas de esquerda.- cujo bordão: “Eta, Eta, Eta Eu gosto é de Bu..rlar!”, ficou famoso no final de 2008, quando se deu a erradicação da classe e os conflitos se iniciaram. A evolução trouxe um avanço nos relacionamentos amorosos, com o nascimento do primeiro bebê gerado por meios naturais depois de cinco séculos.A mãe reclama por não ter escolhido o signo, ascendente e cor dos olhos do filho, e acusa os médicos por negligência.O caso será avaliado no mesmo tribunal que julgou o pedido de eternidade de Arnold Shwazneguer, que alega imunidade parlamentar e aproveitou para falar sobre seu novo filme O Exterminador dos Palanques, um remake de um antigo sucesso: “Em 300007 as máquinas dominarão o planeta.De novo”.

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Betty Boop e Popeye

Por Moara Brasil

Popeye é pop, não tem quem não o conheça, ele faz sucesso até hoje porque encanta muitas pessoas. A implicância de Brutus no romance de Olivia Palito e Popeye é a trama , uma história simples que deu certo no mundo dos desenhos animados.

“Eu sou o marinheiro popeye, fu fu” foi bem recebido no Brasil. Na minha infância, eu mesma era viciada, sempre torcia para o querido Popeye tomar o seu espinafre e conseguir dar uma bela porrada na cara do Brutus. Achava-o chato e abestado, porém, deve ser bacana ser disputada por dois homens, quem não gosta?

Enxergava-me como a Olivia Palito, que precisava de um belo marinheiro para se defender ( apesar de Popeye não ser tão belo assim, mas o que interessava era a imaginação ). Confesso que quando tornou-se o meu apelido de infância na Vila onde eu morava, fiquei um pouco traumatizada. Ser chamada de Olivia Palito não era legal, ainda mais porque todas as minhas amiguinhas de sala de aula já eram “encorpadas” e “gostosinhas” para a idade, eu saía perdendo com as minhas pernas finas e longas. Tanto que levei até um fora do meu “segundo amor”, o Ricardinho, alegava que eu era muito magra e parecia a Olivia Palito. Chorei muitas noites e demorei tanto para recuperar-me nesta época, em 90 , foi realmente difícil. Acho que tenho esse trauma guardado até os dias de hoje.

Mas, deixando o lado pessoal para o passado, e voltando à sessão desenhos da década de 30, vai aí mais uma para vocês: o PRIMEIRO episódio de Popeye nos cartons. E, para quem não sabe, ele foi lançado em 1933 nos estudios Fleischer, isso mesmo, dos criadores de Betty Boop. Surgiu das tiras de S.C Segar, em 1929.

Em preto e branco, Betty Boop aparece rapidamente negra e como dançarina, cheia de desenvoltura e envolvente como sempre, quando o marinheiro Popeye resolve também rebolar no palco, ao lado dela. Macacos me mordam! Divirtam-se!

Popeye

I’m Popeye the Sailor Man,
I’m Popeye the Sailor Man.
I’m strong to the finich
Cause I eats me spinach.
I’m Popeye the Sailor Man.

I’m one tough Gazookus
Which hates all Palookas
Wot ain’t on the up and square.
I biffs ‘em and buffs ‘em
And always out roughs ‘em
But none of ‘em gets nowhere.

If anyone dares to risk my “Fisk”,
It’s “Boff” an’ it’s “Wham” un’erstan’?
So keep “Good Be-hav-or”
That’s your one life saver
With Popeye the Sailor Man.

I’m Popeye the Sailor Man,
I’m Popeye the Sailor Man.
I’m strong to the finich
Cause I eats me spinach.
I’m Popeye the Sailor Man.

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Por Carol Barata

Eu tenho dentre as minhas fantasias sexuais transar um dia na praia. É, bem no estilo daquele filme “Lagoa Azul”: eu, o carinha, o luar e a praia paradisíaca. Parece sonho, né? Pois agora, na praia de Jacaraípe (ES), só em sonho mesmo e ainda assim correndo o risco de acordar ao som de “Sorria, você está sendo filmado”.

Quando ouvi essa notícia na tv quase tive um surto. O que é isso já, Iemanjá? Instalaram câmeras no perímetro urbano que compreende também a orla da praia e ainda ALTO FALANTES. Isso, no plural. DOIS ALTO FALANTES que advertem os pedestres e motoristas de suas “barberagens” no trânsito.

Imaginei-me andando a caminho da praia e distraidamente, atravessando a rua fora da faixa e escutando: “- Senhora pedestre, por favor, para sua segurança, atravesse na faixa”. Eu ia surtar na hora. Ia sair correndo dali gritando que eu já sabia que a Teoria da Conspiração existe e que “eles” (?) estão vindo me pegar. Minha família ia ter que internar, eu ficaria viciada em remédios controlados e só teria direito a visitas monitoradas no sanatório. Todo esse caos porque eu decidi ir à praia.

No meio da reportagem, aparecia o carinha que toma conta do sistema de monitoramento, numa sala climatizada e cheio de telas em sua frente dando um super zoom na câmera super sônica e flagrando um surfista na praia. Aí, já calculei (na minha mente doentia, claro) outra situação: no more top less, no more “fio dental” para as garotas. Quer dizer, nada de um bronzeado mais abrangente e uniforme para as mais pudicas, porém tem gente que vai ficar fazendo pose de fatal mesmo sem ninguém para paquerar na praia. Os voyeurs…

Imaginei todos os cidadãos da cidade vivendo no mundo daquele filme com Tom Cruise, o Minority Repórter. Como, Iemanjá, uma praia muda da sessão de romance para ficção científica? E ainda com locutor. Não, não absorvo isso.

Acho que a tecnologia atingiu seu ápice de absurdo dessa vez. Como se não bastasse os reality shows televisionados em horário nobre, qualquer cidadão agora também pode virar personagem de reality show e pior: para um bando de marmanjo do departamento de segurança do Estado, sem nem direito a cachê, chuva de prata ao final do programa, convite para posar na “Playboy” ou participação especial no “Domingão do Faustão

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