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Archive for novembro \14\UTC 2006

Por Moara Brasil

Os meus dias passam corridos, e para mim não importa o sentido da existência, e sim o agora. Eu me casei com um canalha, ainda virgem, ainda sem saber o que a vida iria me presentear.Tuas traições, tuas bebedeiras, tuas palavras sujas e fedidas.
Teu sexo era meu, teu sexo cheirava a álcool. No inicío eu gostava, mas depois tornou-se vício. Desse vício eu padecia a cada noite de insônia e pesadelos.
Tu foste o meu primeiro homem, e eu fui a tua milésima mulher. Amei-o com todo o meu ódio, chorei o arrependimento, a perda, a minha vida.
O divórcio, papéis frustrados. Em toda a minha vida as tuas fotografias estarão estampadas nas faces de nossos filhos.
Por que?Porque não deixo tu viveres com a alma limpa, hoje sou mulher forte…e agora tu és apenas o primeiro homem de muitos.E por isso não aceitas, esse teu machismo ridículo, nunca saberás o que é o amor além dessas palavras atiradas de sua boca vazia.Nunca saberás o que é a dor de uma garganta de tanto chorar, ou aquele suspiro agoniante e a vontade de matar. Eu rio da minha paixão boba, infantil, imatura. Hoje eu sou a mulher, aquela que tu corres atrás como um cão perdido. A mulher realizada, que sabe o que é o peso de um coração fudido e a leveza de um coração correspondido.

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